Veja como ficou a configuração de partidos na Paraíba após o fechamento da janela partidáriaPBAGORA

Sem coligações para a disputa proporcional, os deputados estaduais promoveram uma verdadeira dança das cadeiras nessa janela partidária. Dos 36 parlamentares, pelo menos 21 trocaram de partidos.

Nessa conta, entra Manoel Ludgério, que deixou o partido de origem – PSD -, mas até o fechamento desta matéria ainda não se sabia onde foi se abrigar.

Também falta confirmar se Doda de Tião (PTB) e Edmilson Soares (Podemos) também trocaram de partido ou ficam onde estão. Eles não divulgaram informação. É certo que não vão disputar mandato este ano.

Na conta acima não estão incluídos os suplentes no exercício do mandato.

O partido que mais abocanhou parlamentares foi o Republicanos, comandado pelo deputado federal Hugo Motta: filiou cinco. Já tinha um parlamentar na Casa – Jutay Menezes – e, agora, soma seis.

Mas a maior bancada fica com o PSB, partido do governador João Azevêdo. O partido tinha sete deputados. Perdeu três para o PT – Cida Ramos, Estela Bezerra e Jeová Campos. Mas filiou quatro. Agora, soma oito assentos.

A janela partidária também provocou o “desaparecimento” de três partidos na Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB): o Avante – sensação das eleições de 2018 -, Patriota, e PRTB. Também marca a chegada de dois: União Brasil – Taciano Diniz – e PSD – Felipe Leitão.

O Podemos, caso o deputado Edmilson Lucena tenha permanecido, ainda “respira”. Ele é um dos quatro parlamentares que desistiu da disputa. Vai apoiar o filho Tanílson Soares.

Outros três deputados não vão disputar: Doda de Tião, Érico Djan e Jeová Campos.

Já Raniery Paulino, Ricardo Barbosa e Estela Bezerra lançaram pré-candidatura a deputado federal. Com as eleições deste ano, se confirmadas as candidaturas e as desistências nas convenções, a ALPB terá, no mínimo, uma renovação de 22% nas cadeiras.

O levantamento é do Blog Sony Lacerda.