Bruno Souto, que estava registrado como candidato a 2º suplente de senador pela Unidade Popular (UP) na Paraíba, apresentou renúncia ao posto após a divulgação de um mandado de prisão civil relacionado a uma dívida de pensão alimentícia superior a R$ 48 mil. A informação foi confirmada pelo partido ao G1.

O mandado foi emitido pela 3ª Vara de Família de Campina Grande e assinado digitalmente pelo juiz Antonio Reginaldo Nunes em 23 de julho de 2026. O documento determina pena de três meses de prisão e tem validade até 22 de julho de 2028.

Em nota, a Unidade Popular informou que a renúncia ocorreu após a divulgação do mandado e que o partido concordou com a decisão tomada pelo candidato. Segundo a legenda, Bruno Souto comunicou à direção que há um processo em curso para revisão dos valores da pensão destinados a filhos maiores de idade e que uma audiência está marcada para tratar do tema.

O partido acrescentou que, após consulta, o candidato não teria identificado decisão definitiva sobre o mandado e que, até o momento da comunicação, a ordem de prisão não havia sido encaminhada para cumprimento, podendo o assunto ser analisado na audiência prevista pelo processo.

A renúncia de Bruno Souto ocorre enquanto os registros de candidatura para as Eleições 2026 ainda estão em fase de análise pelos órgãos competentes. A saída do candidato da chapa da Unidade Popular foi postergação imediata após a exposição pública do mandado de prisão.

As informações oficiais sobre o mandado, o prazo de sua validade e os detalhes do processo judicial foram confirmadas pela sigla ao veículo de comunicação que divulgou a notícia originalmente.

O episódio se encerra com a renúncia formal do candidato e a menção à existência de audiência para tratar da revisão da pensão, sem registro público de cumprimento efetivo da ordem de prisão até o comunicado do partido.

Com informações de Polemicaparaiba