São Paulo consolidou-se em 2025 como o principal ponto de entrada de visitantes internacionais no país. Segundo dados divulgados nesta semana pela Embratur, pelo Ministério do Turismo e pela Polícia Federal, 2.700.000 turistas estrangeiros desembarcaram em aeroportos paulistas ao longo do ano, resultado 21% superior ao registrado em 2024, quando foram contabilizadas 2.200.000 chegadas.
O levantamento indica que, dentre os viajantes que escolheram São Paulo como porta de entrada, os estadunidenses lideraram o fluxo, totalizando 431.478 visitantes. Em seguida aparecem os argentinos, com 391.543 turistas; os chilenos, com 173.888; os portugueses, com 118.453; e os alemães, com 107.779 desembarques.
O ritmo de crescimento foi mantido em dezembro. No último mês do ano, 259.237 viajantes do exterior chegaram ao Brasil por terminais paulistas, volume 9,6% acima do contabilizado no mesmo período de 2024.
Para o presidente da Embratur, Marcelo Freixo, o desempenho reforça a posição do estado como destino diversificado. “O estado, que reúne as tradicionais atrações turísticas da capital, as belas praias e oportunidades de contato com a natureza, tem se consolidado como um destino de experiências, onde a diversidade cultural e a gastronomia se destacam. Nosso objetivo é que o destino cresça ainda mais em 2026”, afirmou.
Desempenho nacional
O avanço paulista acompanha a expansão do turismo internacional em todo o país. Ao final de 2025, o Brasil somou 9.287.196 entradas de estrangeiros, crescimento de 37,1% na comparação com 2024. A Argentina foi o principal mercado emissor, respondendo por 3.386.823 viajantes. Na sequência aparecem o Chile, com 801.921 visitantes, e os Estados Unidos, com 759.637 chegadas.
Com infraestrutura aérea consolidada, variado calendário cultural e oferta de segmentos como turismo de negócios, de lazer e gastronômico, São Paulo manteve-se na dianteira do fluxo internacional. As autoridades de turismo esperam que a tendência positiva se prolongue em 2026, impulsionada por ações de promoção e incremento da conectividade aérea.
Com informações de Agência Brasil



