Presidente da Câmara prevê apoio do PT e Lula a pré-candidatura de Lucas Ribeiro
Em João Pessoa, o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos), afirmou que existem elementos para que o Partido dos Trabalhadores (PT) e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) se juntem formalmente à pré-candidatura de Lucas Ribeiro (PP) ao Governo da Paraíba. A avaliação foi feita durante evento com o ministro do Turismo, Gustavo Feliciano, nesta semana.
Segundo Motta, a relação construída pelo atual governo estadual com o PT sinaliza um caminho propício para que Lula endosse a chapa liderada pelo vice-governador. “O governador João Azevêdo [PSB] apoiou Lula quando o presidente tinha outro candidato [em 2022]. É natural que Lucas trabalhe para ter o apoio do PT, um dos principais partidos da Paraíba. Isso será tratado com serenidade”, declarou o deputado federal.
No mesmo encontro, o deputado Damião Feliciano (União Brasil) acrescentou que o presidente teria dois palanques concorrendo na Paraíba. “O grupo do governador João Azevêdo e também o bloco liderado pelo senador Veneziano Vital do Rêgo (MDB) são aliados de Lula, o que configura duas frentes distintas no estado”, explicou Feliciano.
Para Hugo Motta, a base governista tem até o prazo final das convenções partidárias, marcado para agosto, para consolidar apoios e ampliar a coligação em torno de Lucas Ribeiro e demais candidatos ao Legislativo e ao Senado. Além de Lucas, também buscam vagas no Senado o próprio Azevêdo e o prefeito de Patos, Nabor Wanderley (Republicanos), pai de Hugo Motta.
“Temos dedicado esforços ao diálogo dentro do Republicanos e também no projeto governista para apresentar uma proposta que de fato atenda às necessidades da Paraíba. É esse o objetivo que defendemos, e caminhamos com tranquilidade para o período eleitoral. O povo tem reconhecido a gestão atual. Os apoios serão tratados nas convenções, para encontrarmos a melhor equação possível”, ressaltou o presidente da Câmara.
Com a movimentação das lideranças estaduais, cresce a expectativa sobre o tamanho da coligação pró-governo até o início oficial da campanha, passando pelo registro das candidaturas e as convenções partidárias previstas para o segundo semestre.
Com informações de Diariodosertao



