Uma colisão entre dois veículos na tarde desta sexta-feira (23) deixou uma mulher morta e outras duas pessoas feridas na BR-104, no Agreste da Paraíba. O acidente ocorreu por volta das 14h30, no km 163, trecho que liga os municípios de Queimadas e Barra de Santana.

A professora Luciana da Silva Barreto, de 35 anos, estava em um carro de passeio com o marido, de 39 anos, e a filha do casal, uma criança de nove anos. De acordo com a Polícia Rodoviária Federal (PRF), o veículo seguia no sentido Alcantil–Barra de Santana quando Luciana tentou converter para acessar a cidade de Barra de Santana. Neste momento, o carro foi atingido lateralmente por um veículo da prefeitura de Água Branca que trafegava no sentido oposto da rodovia.

Com a força do impacto, o automóvel em que a família estava caiu em uma ribanceira às margens da rodovia federal. Luciana da Silva Barreto não resistiu aos ferimentos e morreu ainda no local. O motorista do carro da prefeitura não sofreu ferimentos.

O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi acionado imediatamente. A equipe encaminhou o homem e a menina até o Hospital de Emergência e Trauma de Campina Grande, onde receberam atendimento especializado.

Segundo informações da unidade de saúde, a criança deu entrada por volta das 16h com fratura em ossos da face e seu estado de saúde é considerado estável. O pai, por sua vez, foi entubado e permanece na ala vermelha do hospital em estado grave.

A prefeitura de Barra de Santana divulgou nota de pesar pelo falecimento de Luciana Barreto, que exercia o cargo de professora na rede municipal de ensino. Autoridades locais e a PRF seguem investigando as circunstâncias que levaram à colisão, apontando falhas no momento da conversão como provável causa do acidente.

As pistas no trecho do km 163 ficaram parcialmente interditadas durante o trabalho de resgate e limpeza, sendo liberadas cerca de duas horas após o acidente. A PRF recomenda atenção redobrada aos motoristas que trafegam pela rodovia, principalmente em pontos de conversão e acesso a municípios vizinhos.

Com informações de G1