A Prefeitura de Campina Grande anunciou, nesta segunda-feira (2), o início da primeira etapa da reforma da Feira Central, um dos principais pontos de comércio e visitação da cidade. As obras começaram com a demolição dos antigos galpões existentes no local, dando largada ao processo de modernização e requalificação do espaço.
Demolições e organização inicial
No primeiro momento, as demolições visam abrir espaço para o que a gestão municipal chama de área “Armazéns”, destinada a se tornar um novo ambiente público aberto. A ação faz parte de um projeto que prevê a divisão do conjunto urbano em três partes distintas, contemplando tanto trechos cobertos quanto descobertos, de modo a garantir maior funcionalidade e fluidez na circulação de frequentadores e comerciantes.
Integração e acessibilidade
Um dos objetivos centrais da reforma é ampliar a acessibilidade e promover a integração da Feira Central com as vias e praças ao redor. Segundo a Prefeitura, a proposta inclui a criação de corredores de passagem que conectarão diretamente as ruas Pedro Álvares Cabral e Manoel Pereira de Araújo, além de facilitar o acesso entre o Mercado Central e o Largo do Pau-do-Meio.
Preservação arquitetônica
Apesar das demolições, o projeto prevê a preservação integral das fachadas originais, mantendo a identidade histórica e arquitetônica que caracteriza o espaço. A medida busca conciliar a modernização das instalações com a memória cultural da Feira Central, considerada patrimônio afetivo dos campinenses.
Novas áreas de convivência e serviços
Além da reforma estrutural, a planta prevê a instalação de um Restaurante Popular no interior da feira, voltado para atender trabalhadores e visitantes com refeições a preços acessíveis. Serão criadas também áreas de convivência, com bancos e espaços de descanso, ampliando o caráter social e comunitário do local.
Realocação e retorno de comerciantes
A Prefeitura informou que os comerciantes afetados pelas obras serão realocados de forma provisória e, gradualmente, retornarão aos novos boxes à medida que cada etapa for concluída. Essa estratégia busca minimizar impactos sobre o comércio local e garantir a continuidade das atividades econômicas durante todo o período de intervenções.
As intervenções seguem o cronograma estabelecido pela gestão municipal, com previsão de novas fases que contemplarão melhorias em iluminação, paisagismo e infraestrutura de serviços. A conclusão de toda a reforma está condicionada à liberação de recursos e ao cumprimento das etapas previstas em contrato.
Com informações de Jornaldaparaiba



