Presidente do CRM-PB nega cassação da chapa que o elegeu conselheiro federal

O presidente do Conselho Regional de Medicina da Paraíba (CRM-PB), Bruno Leandro de Souza, declarou que não houve cassação da chapa que o levou ao cargo de conselheiro federal em 2024. A negatória foi dada em entrevista ao programa Olho Vivo, transmitido pela TV e Rede Diário do Sertão, no quadro Direto da Redação.

Bruno Leandro afirmou que a notícia divulgada na coluna da jornalista Manoela Alcântara, no portal Metrópoles, trata-se de uma informação repetida e sem impacto imediato sobre o mandato. Segundo ele, não houve determinação judicial para afastamento imediato da chapa, de modo que a atual gestão seguirá em exercício.

Em suas palavras, a continuidade do trabalho está prevista pelos próximos três a três anos e meio, prazo que corresponde ao término do mandato, e será direcionada ao atendimento dos interesses da classe médica e da sociedade paraibana.

A publicação citada pela coluna, veiculada na quinta-feira, dia 26 de fevereiro, afirma que o Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1), por meio da 21ª Vara Federal Cível, teria declarado a nulidade da chapa que elegeu Bruno Leandro como conselheiro federal. Segundo essa versão, a decisão judicial se basearia em infrações às normas do Conselho Federal de Medicina (CFM), relacionadas à participação do então candidato em eventos institucionais do conselho no período de vedação eleitoral, entre abril e agosto de 2024, com utilização da estrutura administrativa da entidade.

Ainda conforme a coluna, a Comissão Nacional Eleitoral do CFM teria aplicado, na ocasião, suspensão de 18 dias às ações de campanha. Entretanto, o magistrado apontado na matéria teria tornado nulos os atos do pleito realizado nos dias 6 e 7 de agosto de 2024 para a escolha do conselheiro federal pelo Estado da Paraíba, com as consequências administrativas que cabem, observadas as normas internas da autarquia.

O esclarecimento do presidente do CRM-PB foi publicado junto a vídeo da entrevista no programa regional, onde ele rebateu a informação de cassação e reafirmou a manutenção das atividades do órgão enquanto durar o mandato.





Com informações de Diariodosertao