Transposição do São Francisco exige vigilância constante, diz diretor do Insa
O diretor do Instituto Nacional do Semiárido (Insa), Etham Barbosa, declarou que a transposição do Rio São Francisco é essencial para a segurança hídrica do Nordeste, mas também acarreta impactos ambientais que demandam acompanhamento permanente. A afirmação foi feita em entrevista ao programa Jornal da Manhã, transmitido pela Rádio Caturité FM.
Barbosa ressaltou a importância da obra para garantir o abastecimento de água na região Nordeste, destacando seu papel na segurança hídrica. Ao mesmo tempo, chamou atenção para os efeitos ambientais provocados pela transposição, sublinhando a necessidade de ações de monitoramento contínuo para identificar e mitigar possíveis danos ambientais.
Durante a conversa no Jornal da Manhã, o diretor do Insa apontou que, apesar dos benefícios para o fornecimento de água, a execução e os desdobramentos da transposição exigem vigilância técnica. O objetivo, segundo ele, é acompanhar as mudanças que podem ocorrer nos ecossistemas envolvidos e assegurar que medidas de prevenção e correção sejam aplicadas enquanto a operação das obras e dos canais se mantiverem.
O posicionamento de Barbosa traz à tona a dualidade entre a relevância da intervenção para o abastecimento humano e as implicações ambientais associadas. A ênfase no monitoramento reflete a preocupação com a manutenção das condições ambientais nas áreas afetadas, bem como com a sustentabilidade das soluções adotadas para enfrentar a escassez hídrica.
O diretor do Insa falou sobre esses pontos em uma entrevista concedida à Rádio Caturité FM, durante o programa Jornal da Manhã, onde explicou a necessidade de conciliar as demandas de segurança hídrica com a responsabilidade ambiental, por meio de acompanhamento técnico e permanente.
Com informações de Paraibaonline



