Transmissão: Globo
Assistência estudantil foi decisiva para que jovem concluísse medicina, diz ele
O médico Luiz Henrique, natural de Jaboatão dos Guararapes (PE), afirmou que as políticas de assistência estudantil foram fundamentais para sua permanência no curso de medicina da Universidade Federal da Paraíba (UFPB), em João Pessoa. Em entrevista ao JPB1 nesta segunda-feira (9), ele destacou que o acesso à residência universitária e ao restaurante universitário contribuiu para sua sustentação durante a graduação.
Luiz Henrique teve a história mostrada no programa Globo Repórter, o que o colocou em evidência nacional. Ao relatar as dificuldades enfrentadas na formação, ele contou que sua mãe precisou se mudar para Minas Gerais e que, por conta dessa mudança, pai e filho passaram cerca de cinco anos sem contato físico. O reencontro entre os dois ocorreu de forma inesperada em João Pessoa, durante as gravações da reportagem assinada por Bianka Carvalho.
Segundo o médico, não havia planejamento para o encontro surpreendente. Ele descreveu o abraço como um momento muito significativo, afirmando ter sentido alegria por poder rever a mãe após tanto tempo separados.
Concluída a graduação em medicina, Luiz Henrique já atua como médico em João Pessoa. Em sua fala ao telejornal, ressaltou que a educação transforma realidades, mas que é preciso também haver oportunidades para que o esforço individual conduza a conquistas profissionais.
Durante a participação no JPB1, o médico recebeu ainda uma mensagem do cantor paraibano Flávio José. A motivação para o contato veio do relato de Luiz Henrique, que disse ter sido embalado pela música “A Natureza das Coisas”, composição de Accioly Neto e imortalizada na voz de Flávio José, ao longo de sua trajetória. O artista disse que acompanhou a reportagem do Globo Repórter, manifestou emoção com a história e atribuiu os créditos ao autor da canção, que já faleceu.
A reportagem mostrou a influência das políticas públicas de assistência aos estudantes e os impactos desses programas na vida de quem vem de contexto socioeconômico mais vulnerável, segundo o próprio médico.
Com informações de G1



