A família da cantora Preta Gil, morta em 20 de julho deste ano, ingressou com ação por danos morais contra o padre Danilo César, responsável pela Paróquia Matriz de São José, em Areial (PB). O processo tramita no Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJRJ) e cobra indenização de R$ 370 mil pelas declarações consideradas intolerantes feitas pelo religioso.

Entre os autores da ação estão o pai da artista, o cantor Gilberto Gil, e o filho dela, Francisco. Conforme a petição, o padre praticou intolerância religiosa ao comentar em uma transmissão ao vivo no YouTube que a oração de Gilberto Gil aos orixás “não ressuscitou” a filha. O vídeo foi posteriormente retirado do ar.

Antes do processo, a família enviou notificação extrajudicial à Arquidiocese de Campina Grande exigindo retratação pública e punição ao sacerdote. Segundo os autores, a solicitação não foi atendida, motivo pelo qual recorreram à Justiça.

Padre Danilo César pertence à Arquidiocese de Campina Grande e não se manifestou sobre o conteúdo da ação.

Com informações de ClickPB