O Governo da Paraíba oficializou a participação no Mutirão da Saúde das Mulheres, ação nacional coordenada pelo Ministério da Saúde que pretende atender mais de 4 mil mulheres no estado. Todas as unidades hospitalares da rede estadual foram integradas à mobilização, que tem o objetivo de ampliar o acesso a consultas, exames e procedimentos especializados em diferentes macrorregiões de saúde.

O mutirão envolve uma parceria entre a Confederação das Santas Casas e Hospitais Filantrópicos (CMB), o Conselho Nacional de Secretários de Saúde (CONASS), o Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (CONASEMS) e os Conselhos de Secretarias Municipais de Saúde (COSEMS), além da coordenação do Ministério da Saúde.

Em entrevista à TV Diário do Sertão, a coordenadora do setor de Saúde Mental, Mônica Sany, explicou que a prioridade são mulheres com demandas represadas no cronograma oficial de atendimentos. Segundo ela, a ação focará principalmente em casos já registrados no Sistema de Regulação (SISREG), permitindo que consultas e procedimentos que aguardavam liberação sejam realizados.

De acordo com a coordenadora, a iniciativa deve gerar efeito positivo tanto para a gestão pública quanto para a qualidade de vida das pacientes, ao reduzir filas e acelerar atendimentos que estavam pendentes. A operação pretende quitar parte das demandas reprimidas nas especialidades incluídas no mutirão.

A logística do evento e o perfil das beneficiadas foram detalhados por Solange Mendes, responsável pela Regulação de Ambulatórios e Cirurgias. Ela informou que a seleção das pacientes segue os critérios de agendamento já estabelecidos no SISREG, garantindo organização no fluxo hospitalar e priorização daqueles casos previamente regulados.

Solange também afirmou que o esforço concentrado tem caráter de agilizar processos e diminuir o tempo de espera, com atendimentos programados para ocorrer inclusive neste final de semana, conforme as marcações realizadas pelos serviços de regulação.

Ao concluir as orientações sobre o mutirão, Mônica Sany reforçou a importância da presença das pacientes que tiveram consultas agendadas. A coordenadora pediu que as mulheres não deixem de comparecer às unidades de saúde nos horários marcados, aproveitando a oportunidade para realizar os exames e procedimentos previstos.

O mutirão integra a estratégia do Estado para ampliar a oferta de serviços de saúde às mulheres e desafogar filas no Sistema Único de Saúde (SUS), com o envolvimento das redes estadual e municipal de saúde.





Com informações de Diariodosertao