Ex-governador usa verso e declaração ao deixar cargo
João Azevêdo (PSB), agora ex-governador da Paraíba, sugeriu publicamente a intenção de voltar a ocupar o cargo ao recorrer a uma referência poética durante suas palavras de despedida. Ao citar um verso da dupla Geraldo Vandré/Geraldo Azevedo — “Já vou embora, mas sei que vou voltar” —, Azevêdo deixou implícita a possibilidade de um retorno ao governo estadual.
No trecho informado, o ex-governador complementou a citação com a frase: “Por empréstimo momentâneo – discursou João – confisco clássico bordão para expor com relativa clareza o […]”, trecho que aponta para a tentativa de vincular a despedida a uma expectativa de retorno, segundo o relato divulgado.
A referência ao verso da canção foi usada como recurso retórico para marcar o encerramento de seu mandato e, ao mesmo tempo, transmitir uma mensagem de continuidade pessoal em relação à política paraibana. A menção ao “empréstimo momentâneo” reforça o tom de que a saída seria temporária, conforme a fala destacada no registro do episódio.
O uso de uma passagem musical conhecida e a inserção de uma expressão que sugere retorno constituem o núcleo do gesto político atribuído a Azevêdo na ocasião relatada. O fato foi registrado pela fonte que divulgou a transcrição parcial do discurso, na qual aparecem tanto a citação do verso quanto o comentário sobre o caráter provisório da ausência.
Não há, no trecho divulgado, indicação de detalhes adicionais sobre eventuais planos concretos ou cronogramas relativos a um possível retorno ao cargo. A informação registrada concentra-se na escolha das palavras e na referência poética que, segundo o relato, serviram para insinuar a intenção de reassumir a liderança estadual no futuro.
Encerrada a fala, a ênfase permaneceu na ideia de que a despedida não seria necessariamente definitiva, conforme a combinação entre a citação da canção e a expressão atribuída a Azevêdo.
Com informações de Paraibaonline



