A estudante Bruna Nascimento, 25 anos, moradora de Cachoeira dos Índios, no Alto Sertão da Paraíba, busca recursos para uma nova cirurgia na perna após sofrer fratura no fêmur em março de 2025. O acidente ocorreu em 12 de março de 2025, quando a motocicleta em que ela estava foi atingida por um veículo que saiu em alta velocidade de um posto de combustíveis na BR-230, a caminho da faculdade em Cajazeiras.
O impacto provocou uma fratura do fêmur em três partes, o que exigiu uma cirurgia de emergência no Hospital Regional de Cajazeiras (HRC) para colocação de uma placa metálica. Depois do procedimento inicial e seis meses de repouso absoluto, Bruna apresentou sinais de inflamação na perna. Exames posteriores identificaram infecção e rejeição do implante pelo organismo, e tomografias apontaram que o fêmur está retorcido, contribuindo para dor crônica.
Os médicos informaram que é necessária uma nova intervenção cirúrgica de maior complexidade, que envolve a retirada da placa, o realinhamento ósseo e a colocação de uma gaiola ortopédica. A jovem relata impacto psicológico devido à limitação física e ao desconforto constante: “Tem sido muito difícil para mim, uma jovem de 25 anos, não poder fazer nada. Sabe o que é você conviver com a dor todos os dias? Tem sido muito sofrido”, disse Bruna.
O cuidado diário com a paciente tem sido realizado pela mãe, Maria das Dores Nascimento, e pela irmã, Cilmara Nascimento. A família informa que já gastou mais de R$ 30 mil em sessões de fisioterapia e R$ 11 mil em curativos especiais. O custo estimado da nova cirurgia é de R$ 90 mil, valor que a família não tem como arcar no momento.
A mãe de Bruna descreveu a situação econômica e o sofrimento da filha: “Muito difícil, porque eu só tenho a aposentadoria e a pensão e todos os dias eu gasto, vendo ela sofrer sem eu poder dar jeito. É muito sofrido, porque só Deus sabe a situação de uma mãe ver a filha sofrendo, pedindo ajuda e eu não poder dar. Não é fácil para uma mãe de família ver a filho desse jeito. Já não tem pai. Meu porto seguro são elas duas. Muito difícil, é Deus quem me dá força, porque se não eu já tinha ‘arriado’”, afirmou Maria das Dores Nascimento.
Apesar da fisioterapia, Bruna mantém limitação severa de movimento e não consegue flexionar a perna além de 50 graus. Uma tentativa médica de forçar a dobra até 90 graus em centro cirúrgico não teve sucesso, o que agravou o abalo emocional da jovem. Ela relata ainda que o período chuvoso intensifica as dores, com espasmos e sensação de choques na perna durante relâmpagos.
Para custear a intervenção, a família iniciou uma campanha de arrecadação que inclui uma rifa beneficente com bilhetes de R$ 20,00. Doações em qualquer valor podem ser feitas via chave Pix: (83) 9 2000-8141, número que também é o telefone de Bruna.
As informações sobre o estado de saúde, gastos já realizados e a estimativa do procedimento foram fornecidas pela família.
Com informações de Diariodosertao



