Dia do Goleiro, em 26 de abril, lembra nomes históricos do futebol paraibano

O Dia do Goleiro, comemorado em 26 de abril, serve para recordar atletas que tiveram papel decisivo na história do futebol da Paraíba. O Jornal da Paraíba reuniu uma lista de arqueiros cujas atuações marcaram clubes e torcidas ao longo das décadas.

Pantera se destacou no Campinense, sendo peça importante nas conquistas da Copa do Nordeste de 2013 e no acesso à Série B em 2008. Ainda pelo rubro-negro, faturou o Campeonato Paraibano em 2008 e 2012. No fim do ano passado, passou a integrar a comissão técnica da Raposa como coordenador técnico.

Fernando Antônio Cavalcante, natural de João Pessoa e nascido em 1947, iniciou na base do Botafogo-PB e assumiu a titularidade ainda jovem. Manteve-se como goleiro principal do clube por mais de dez anos e integrou o tricampeonato estadual do Botafogo em 1968, 1969 e 1970.

Hélio Ribeiro do Carmo, o “Hélio Show”, teve passagens de destaque por Treze e Botafogo-PB. Foi integrante do time do Belo que venceu o Flamengo em 1980 e participou de campanha relevante do clube no Campeonato Brasileiro, tornando-se conhecido por sua segurança e estilo irreverente.

Érico atuou em ambos os rivais de Campina Grande: conquistou o título pelo Campinense em 2004 e repete o feito pelo Treze em 2005. Também contribuiu para a boa campanha do Treze na Copa do Brasil de 2005.

Lúcio Carlos ficou na memória dos torcedores por sua baixa estatura, agilidade e frieza nas defesas. Defender no Botafogo-PB, no Santa Cruz de Santa Rita e no Confiança de Sapé rendeu lembranças de grandes atuações em estádios como Almeidão, Ribeirão e Teixeirão, além de títulos estaduais.

Felinho foi goleiro do Sousa no primeiro título do clube na primeira divisão estadual, atuou na década de 1990 e passou também por Botafogo-PB e Treze. Morreu em 2016, vítima de parada cardíaca.

Jorge Hipólito teve trajetória relevante no Campinense e no Treze e, já fora das quatro linhas, trabalhou como preparador de goleiros no ano do acesso do Campinense à Série B, em 2008. Manteve seu vínculo com o futebol paraibano até seu falecimento em 2014.

Salvino, natural do Rio Grande do Norte e ídolo no Ceará, viveu boa parte da carreira no Botafogo-PB, onde foi o camisa 1 por quase uma década, conquistou estaduais e disputou competições nacionais. Faleceu em 2018.

Ricardo é ídolo do Sousa: campeão paraibano em 2009 com o Dinossauro, vice em 2021 e ligado ao clube até a temporada de 2022. Revelado nas categorias de base, passou 16 temporadas defendendo o time sertanejo.

Jailson ganhou projeção nacional e deixou marca no futebol paraibano com uma temporada de destaque em 2003, quando ajudou o Campinense a alcançar a quarta colocação na Série C. Também teve passagem pelo clube em 2007.

Danilo viveu um dos melhores momentos no Nacional de Patos, em 2007, quando auxiliou o clube a conquistar o primeiro título estadual e participou da campanha que levou o Naça até o octogonal final da Série C. O jogador está aposentado.

Genivaldo foi um dos principais goleiros do Botafogo-PB na década recente. Entre 2010 e 2015, teve papel importante tanto em momentos complicados quanto nas conquistas do bicampeonato paraibano e no título da Série D do Campeonato Brasileiro.

Esses nomes representam gerações distintas e contribuíram para a história dos clubes paraibanos em competições estaduais e nacionais.

Com informações de Jornaldaparaiba