Levantamento aponta predominância de votações simbólicas no período
Um levantamento da Folha de São Paulo indica que, entre 2015 e 2025, as votações simbólicas — aquelas realizadas sem registro individual dos votos — superaram as votações nominais no Congresso Nacional. A apuração mostra uma tendência de uso frequente desse método nas deliberações do Legislativo federal ao longo da última década.
Os dados relativos a 2025 revelam que o Senado Federal registrou 126 votações simbólicas contra 25 votações nominais no ano. Já a Câmara dos Deputados apresentou números maiores em ambos os tipos de votação: foram 420 votações simbólicas e 215 votações nominais em 2025. Na Câmara, o levantamento considera o período em que a presidência estava sob a responsabilidade do paraibano Hugo Motta, do Republicanos.
As votações simbólicas, conforme descritas no levantamento, não incluem controle individual de como cada parlamentar votou, ao contrário das votações nominais, que registram o posicionamento de cada deputado ou senador. A comparação entre os dois métodos ao longo do intervalo de 2015 a 2025 é a base do cruzamento de informações apresentado pela Folha de São Paulo.
O resultado do levantamento destaca a predominância das votações simbólicas no Congresso Nacional no período analisado e traz números específicos de 2025 para as duas Casas legislativas. A série de dados aponta diferenças claras entre o uso de votações sem registro individual e as que exigem identificação dos votos.
As informações acima são provenientes do levantamento citado no veículo de comunicação responsável pela apuração.
Com informações de Paraibaonline




