A confirmação de uma lesão de grau 2 na panturrilha de Neymar reacendeu o debate sobre a dependência da Seleção Brasileira em torno do camisa 10 às vésperas da Copa do Mundo 2026. Para Michael Bruno, conhecido como “Vidente das Copas”, o Brasil terá problemas no torneio independentemente da participação do craque do Santos.

Michael, natural de Campina Grande e residente em Barra de São Miguel, afirmou que o time deve avançar de fase no Mundial, mas sem apresentar um desempenho convincente. Segundo ele, o formato da competição pode favorecer a equipe brasileira nas primeiras partidas, sobretudo contra adversários considerados mais fracos.

O vidente também avaliou que a presença de Neymar pode atrapalhar o funcionamento coletivo. Ele relacionou a forma como a equipe passou a atuar após o episódio contra a Croácia na Copa de 2022, quando, na visão de Michael, o time passou a jogar em função do camisa 10 e perdeu a capacidade de administrar resultados.

Na hipótese de ausência de Neymar, Michael apontou outra preocupação: a falta de um articulador no meio-campo. Ele destacou que não há, atualmente, um substituto claro para a função e citou o caso de Endrick como um jogador que “caiu de paraquedas” na seleção, o que, segundo o vidente, pode levar a um jogo mais previsível, com revezamento de bola e tentativas por meio das jogadas aéreas.

O prognóstico de Michael para a primeira partida do Brasil é de dificuldade imediata. O vidente projetou empate por 1 a 1 contra o Marrocos, uma partida com poucas chances claras de gol. A Copa do Mundo começa no dia 11 de junho, e o Brasil estreia em 13 de junho, às 19h, diante da seleção marroquina.

Projeção de campeão e histórico de previsões

Michael Bruno ganhou visibilidade por previsões anteriores: acertou os campeões de 2010, 2014 e 2018, mas errou em 2022 ao apontar o Brasil como vencedor. Na última edição, ele havia previsto a França como vice-campeã.

Para 2026, o vidente aposta em um título inédito para Portugal, coroando, segundo ele, a trajetória de Cristiano Ronaldo.

O prognóstico de Michael para a Seleção Brasileira e sua avaliação sobre Neymar ampliam o debate sobre montagem tática e alternativas para o comando ofensivo do time na véspera do Mundial.

Com informações de Jornaldaparaiba