Enquanto se preparava para uma viagem, um pai escutou o filho de três anos pronunciar uma frase que chamou sua atenção.
O episódio ocorreu no momento em que o narrador tomava o último gole de café antes de partir para a viagem. Sentado à mesa, observou o menino, identificado como Daniel, de três anos, que pronunciou de repente a expressão “Um arco-íris de noite”, em um enunciado que, à primeira vista, soou desconexo.
Ao ouvir, o pai pediu que Daniel repetisse a frase, pedido que foi atendido pelo garoto. Surpreso com a imagem verbal, o narrador preservou a fala do filho e passou a procurar um sentido para ela, sem encontrar, inicialmente, explicação clara para a associação entre arco-íris e noite.
O relato ressalta que, além da aparente falta de lógica imediata, a expressão chamou atenção por criar uma imagem poética. O pai optou por guardar a frase, registrando-a como uma impressão marcante vinda da fala espontânea da criança.
O episódio termina com a manutenção da frase na memória do narrador — preservada mais como uma imagem poética do que como uma declaração com sentido definido.
Não há outras informações sobre o contexto da viagem, local, horário ou motivo do comentário da criança. Também não foram fornecidos detalhes adicionais sobre a reação de outras pessoas presentes na mesa ou sobre continuidade da conversa após a repetição da frase.
O relato concentra-se na sequência direta dos fatos: o pai toma o último gole de café antes de partir, o filho Daniel, de três anos, pronuncia “Um arco-íris de noite”, repete a frase a pedido do pai, que guarda a expressão buscando-lhe sentido, mas a percebe principalmente como uma imagem poética.
O episódio foi relatado sem interpretações conclusivas, ficando registrada a frase e a reação imediata do narrador diante da fala inesperada do filho.
Com informações de Heroncid.maispb



