Conselheiro do CFM alerta para aumento de comercialização de documentos médicos falsos
Antônio Henriques, conselheiro federal de Medicina e 3º vice-presidente do Conselho Regional de Medicina da Paraíba, manifestou preocupação neste sábado (06) com o crescimento da venda de receitas e atestados médicos falsos por meio das redes sociais. O comentário foi feito durante participação no programa Jornal da Manhã, da Rádio Caturité FM.
Henriques classificou como preocupante o aumento das ofertas desses documentos em plataformas digitais e ressaltou a existência de fragilidade na fiscalização. Segundo o conselheiro, a circulação de receitas e atestados falsos tem se intensificado nas redes sociais, o que acende um alerta para as autoridades responsáveis pelo controle e pela verificação da autenticidade desses documentos.
Durante a entrevista na Rádio Caturité FM, o conselheiro destacou que o problema não se restringe apenas à emissão e à venda, mas também à capacidade de fiscalização sobre essas práticas quando ocorrem em ambientes virtuais. A preocupação levantada pelo representante do Conselho Federal de Medicina foi apresentada no contexto do debate sobre o uso indevido de documentos médicos e a necessidade de mecanismos mais efetivos de controle.
O foco da declaração foi a comercialização de receitas e atestados falsos nas redes sociais e a percepção de fragilidade nos mecanismos de fiscalização por parte dos órgãos competentes. A questão foi trazida à tona no programa Jornal da Manhã, onde Henriques participou para comentar a recorrência desse tipo de ocorrência e as implicações para a ética e a segurança na prática médica.
O relato do conselheiro foi divulgado em vídeo pelo veículo ParaibaOnline, que repercutiu a participação de Antônio Henriques no programa da Rádio Caturité FM e registrou suas observações sobre o aumento dessas transações ilegais em plataformas digitais.
O tema permanece em pauta após a manifestação de Henriques, que apontou a necessidade de atenção por parte das autoridades responsáveis pela fiscalização.
Com informações de Paraibaonline

