Três anos após o assassinato, família e movimentos seguem cobrando investigação e preservação do legado
Há três anos, a morte da liderança quilombola conhecida como Mãe Bernadete mobiliza familiares, amigos e entidades de defesa dos direitos humanos que reivindicam memória e justiça. A ativista foi vítima de um crime violento dentro de sua própria casa e desde então sua morte é lembrada por grupos que reivindicam apuração rigorosa do caso.
De acordo com os relatos sobre o episódio, Mãe Bernadete foi executada com 25 disparos, sendo a maioria dos tiros atingindo o rosto, enquanto estava sentada no sofá de sua residência, localizada na comunidade de Pitanga dos […]. A brutalidade do crime é mencionada como fator que intensificou a resposta de organizações sociais e defensores de direitos humanos.
Familiares e pessoas próximas destacam a importância de manter viva a memória da liderança quilombola, ao mesmo tempo em que cobram providências das autoridades para elucidar as circunstâncias do assassinato. Instituições que atuam na promoção dos direitos humanos e na proteção de comunidades tradicionais também participam das iniciativas para que o caso não seja esquecido e para que medidas efetivas de investigação sejam adotadas.
Três anos após o crime, a busca por respostas e a preservação do legado da ativista seguem como demandas centrais de quem pede justiça. A mobilização inclui familiares, amigos e entidades que insistem na necessidade de apuração completa e de medidas que garantam proteção a outras lideranças comunitárias.
Com informações de Paraibaonline

