São Paulo - Sala de aula vazia da Escola Estadual Terezine Arantes Ferraz Bibliotecaria, no Parque Casa de Pedra, zona norte da capital.

Denúncia envolve criança autista e suposta agressão com seringa em creche municipal

Os responsáveis por uma criança de 4 anos com diagnóstico de autismo apresentaram denúncia contra uma professora da creche municipal de Monteiro, município localizado no Cariri da Paraíba, após alegarem que a criança teve a cabeça perfurada por uma seringa durante uma atividade escolar. De acordo com a família, o fato ocorreu em 7 de julho.

Segundo os pais, a direção da creche só comunicou o episódio em momento posterior, informação que motivou a reação da família e a formalização da denúncia contra a profissional. A versão apresentada pelos responsáveis aponta que a suposta perfuração ocorreu no ambiente de sala de aula, enquanto a criança participava de atividades sob a guarda da instituição.

O menino, conforme informado pela família, tem quatro anos e é diagnosticado com autismo. Os pais relataram o comportamento e o estado da criança após o episódio, o que levou à busca por esclarecimentos junto à creche municipal. A denúncia refere-se especificamente ao uso de uma seringa como instrumento de agressão, conforme afirmam os familiares.

As circunstâncias detalhadas sobre como e por que o suposto ato teria ocorrido não foram fornecidas pela família na divulgação do caso, tampouco há, nas informações encaminhadas pelos parentes, confirmação oficial da instituição educacional sobre responsabilização ou procedimentos internos adotados.

O caso, conforme relato dos pais, remete a questões de proteção e segurança em ambiente escolar, especialmente envolvendo alunos com necessidades especiais, e segue em aberto quanto a desdobramentos públicos e legais mencionados pelas partes envolvidas.

Com informações de Paraibaonline