Luís Torres respondeu, nesta segunda-feira (19), às declarações de Fábio Araújo e de Rubens Júnior, que refutaram informações sobre supostos pagamentos em atraso a profissionais de comunicação ligados à campanha de Cícero Lucena.
Segundo Torres, a apuração mencionava 92 profissionais que mantinham contratos diretamente com a campanha e cobravam pelos serviços prestados. O jornalista destacou que, em nenhum momento, citou empresas específicas na divulgação das informações.
De acordo com ele, os próprios profissionais procuraram a equipe para relatar a situação inicial dos pagamentos. Em seguida, Torres informou que os débitos foram regularizados pela campanha e comemorou a solução: afirmou que os pagamentos foram realizados e que a questão foi resolvida.
Ao comentar as críticas recebidas, o comunicador reconheceu a trajetória profissional de Fábio Araújo, mas enfatizou que o jornalismo deve se pautar por fatos e evidências verificáveis. Para Torres, um debate seria legítimo apenas quando baseado em informações comprovadas.
Em relação a uma possível responsabilização judicial, o jornalista declarou que está disposto a levar o caso ao Judiciário e apresentar testemunhas capazes de confirmar os relatos. Ele afirmou que solicitará ao juiz a abertura para depoimentos de 92 pessoas que teriam relação com os contratos e pagamentos contestados.
Por fim, Luís pediu que se faça a distinção entre a cobrança feita pelos profissionais e eventuais contestações envolvendo empresas. Reforçou que a existência dos 92 trabalhadores mencionados corresponde à realidade apurada por sua equipe.
O caso segue com a versão de Torres de que os pagamentos foram efetuados e com a possibilidade de busca de comprovação em âmbito judicial, se necessário.
Com informações de Polemicaparaiba



