O Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) informou que eleitores que comparecerem às urnas no segundo turno das Eleições 2026, agendado para 25 de outubro, podem ter a Prova de Vida renovada sem necessidade de procedimento adicional. A atualização será feita por meio do compartilhamento de informações entre o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e o INSS, quando os dados coletados permitirem a confirmação da condição de vida do beneficiário.

A regra vale para aposentados, pensionistas e beneficiários do Benefício de Prestação Continuada (BPC). Segundo o instituto, a iniciativa busca simplificar a verificação anual exigida para a continuidade dos pagamentos e evitar que o segurado precise se deslocar a agências do INSS ou a agências bancárias para realizar a comprovação presencial.

Quem não votar precisa fazer a Prova de Vida?

O INSS esclarece que a ausência nas urnas não acarreta, por si só, a suspensão automática do benefício. A autarquia continuará a checar outros registros em bases de dados públicas para confirmar se o beneficiário permanece vivo. Além disso, a presença do eleitor no segundo turno pode ser considerada válida mesmo para quem não votou no primeiro turno.

Quando o cruzamento de informações não for suficiente para atestar a Prova de Vida, o INSS notificará o beneficiário para que regularize a situação. Nesses casos, a comprovação pode ser feita por meio do aplicativo ou do site Meu INSS ou diretamente na instituição financeira responsável pelo pagamento do benefício.

A situação relativa à Prova de Vida pode ser consultada pelo portal Meu INSS ou pelo telefone 135, conforme orientações do instituto. O INSS também ressalta que a comprovação de vida não interfere na concessão de empréstimos consignados, que seguem critérios próprios de análise para liberação.

O objetivo da integração entre TSE e INSS é reduzir a burocracia para o beneficiário, utilizando dados já disponíveis em sistemas públicos para atender à exigência anual de comprovação de vida.

Com informações de Maispb