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No quadro Vida Saudável do programa Conexão Caturité, veiculado em 15 de novembro de 2025, o professor Michel Izidro voltou a chamar a atenção para os efeitos da baixa umidade do ar sobre o organismo humano. Durante o podcast, o educador físico explicou que o nível de umidade registrado em Campina Grande naquele momento estava “em torno” dos valores considerados críticos para o conforto térmico, o que amplia o risco de desidratação.

Segundo Izidro, a situação merece cuidado redobrado de quem realiza atividade física ao ar livre ou exerce funções profissionais sob exposição direta ao sol. Ele ressaltou que, nessas circunstâncias, a perda de líquidos tende a acontecer mais rapidamente, aumentando a probabilidade de queda de pressão, tonturas e redução do desempenho físico. Para o professor, o primeiro passo para evitar problemas é simples: manter a hidratação ao longo de todo o dia.

Ao longo da participação, o convidado salientou que a sensação de sede nem sempre aparece no início do processo de desidratação. Por isso, a orientação é ingerir água em intervalos regulares, antes, durante e depois das atividades, mesmo quando o exercício for de baixa intensidade. Ele também lembrou que ambientes fechados, climatizados ou com ventiladores podem agravar a perda de umidade corporal, motivo pelo qual a ingestão de líquidos deve ser constante também em espaços internos.

Michel Izidro frisou ainda que a população deve observar sinais simples do corpo, como boca seca e cansaço fora do comum, e interromper o esforço físico caso perceba mal-estar. “É fundamental ouvir o organismo e se antecipar aos sintomas”, comentou, reforçando que a estratégia mais eficaz continua sendo o consumo regular de água.

O professor concluiu que medidas preventivas ganham importância especial em períodos prolongados de clima seco, como o vivido atualmente em Campina Grande. Ele reforçou que práticas cotidianas — por exemplo, levar uma garrafa de água nas rotinas de trabalho ou lazer — ajudam a minimizar os impactos da baixa umidade e a manter a performance de quem precisa se movimentar ou trabalhar exposto ao sol.

Com a aproximação do fim de ano, quando o fluxo de exercícios ao ar livre costuma aumentar, Izidro aconselhou que cada pessoa adapte sua rotina de hidratação às próprias necessidades, observando a intensidade da atividade e as características do clima local. Para ele, essa é a maneira mais eficaz de preservar a saúde e evitar intercorrências relacionadas à falta de líquidos.

Com informações de Paraibaonline