Um homem de 32 anos foi detido em flagrante, na segunda-feira (24), após ser acusado de ameaçar a ex-companheira e destruir o telefone celular dela, em João Pessoa. A Polícia Civil confirmou a prisão e informou que o caso aconteceu na Zona Sul da capital paraibana.
Segundo o relato da vítima às autoridades, o suspeito teria quebrado o aparelho telefônico durante uma discussão. Depois de deixar o local, ele abandonou os fragmentos do dispositivo no chão. A mulher acionou a polícia imediatamente após o ocorrido.
Equipes de patrulha localizaram o homem poucos minutos depois, no bairro do Geisel, nas imediações de onde o incidente foi registrado. Ainda de acordo com a corporação, o acusado já respondia em liberdade pelo crime de tráfico de drogas e havia saído do sistema prisional recentemente.
Após a captura, o suspeito foi encaminhado à Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (Deam), onde passou por exame de corpo de delito, procedimento padrão em casos dessa natureza. Concluída a etapa inicial, ele foi levado para a carceragem da Polícia Civil, onde permanece à disposição da Justiça.
As investigações apontam que a destruição do celular e as ameaças motivaram o pedido de prisão em flagrante. A Polícia Civil não divulgou detalhes sobre o teor das intimidações nem sobre possíveis medidas protetivas solicitadas pela vítima. Também não há, até o momento, informações sobre audiência de custódia ou eventual concessão de fiança.
A corporação informou ainda que o inquérito prosseguirá para apurar a ocorrência de outros delitos, como dano ao patrimônio e violência psicológica. A Deam deverá colher depoimentos de testemunhas e reunir provas periciais sobre o aparelho destruído. Os investigadores pretendem concluir o procedimento nos próximos dias e encaminhar o relatório ao Ministério Público.
O caso reforça a atuação da Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher na capital, responsável por investigar crimes de violência doméstica e oferecer suporte às vítimas. A Polícia Civil orienta que mulheres em situação de risco procurem a delegacia mais próxima ou liguem para o número 190 em casos de emergência.
Com informações de G1




