A campanha

A campanha Abril Verde voltou a enfatizar a necessidade de ampliar o debate sobre segurança no trabalho, incluindo além dos perigos físicos os impactos emocionais e psicológicos vivenciados por trabalhadores no cotidiano. A iniciativa, destacada em reportagens nesta data, busca sensibilizar empregadores, gestores e a população para riscos que não se limitam a acidentes, mas também afetam a saúde mental.

Declaração

Em 16 de abril de 2026, durante sua participação no programa Conexão Caturité, a psicóloga Josiplessis Marques ressaltou que diversos fatores presentes nas rotinas profissionais contribuem para o adoecimento psíquico. Ela citou especificamente a pressão por metas, o excesso de demandas e as mudanças constantes no ambiente de trabalho como elementos que trazem impacto emocional e psicológico aos trabalhadores.

Contexto e enfoque

Segundo a profissional, esses fatores não devem ser tratados isoladamente; fazem parte de um contexto mais amplo que a campanha Abril Verde pretende colocar em evidência. A proposta é ampliar a compreensão sobre segurança ocupacional, contemplando as condições que afetam a saúde mental, além das medidas voltadas à prevenção de lesões e acidentes.

Objetivo da abordagem

A ênfase dada pela campanha e pela psicóloga durante o programa indica que a discussão sobre saúde no trabalho precisa integrar tanto aspectos físicos quanto emocionais. Ao destacar problemas como metas excessivas e sobrecarga de tarefas, a iniciativa chama atenção para a relação entre organização do trabalho e bem‑estar psíquico dos empregados.

Conclusão

A divulgação das observações de Josiplessis Marques no Conexão Caturité reforça a mensagem central do Abril Verde: a segurança no trabalho deve contemplar também a prevenção de danos emocionais e psicológicos, considerando fatores de pressão e alteração contínua das condições de trabalho.

Com informações de Paraibaonline