O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) foi levado à Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital DF Star, em Brasília, nesta sexta-feira (13), após ser diagnosticado com broncopneumonia bacteriana. Segundo informações, ele apresentou febre alta, calafrios e dificuldade para respirar.
Bolsonaro estava preso desde janeiro na sala de Estado-Maior do 19º Batalhão da Polícia Militar — local conhecido como Papudinha — e precisou ser transferido para atendimento hospitalar depois de vomitar e se sentir mal durante a noite.
Aliados do político na Paraíba solicitaram a conversão da prisão em regime domiciliar em função da internação. Entre os que defenderam a medida está o cardiologista e pré-candidato ao Senado Marcelo Queiroga, que afirmou nas redes sociais ser necessário oferecer cuidados especiais ao ex-presidente por conta das sequelas da facada sofrida durante a campanha de 2018. “Ele está preso sem condições adequadas para garantia da saúde. O que está faltando para que seja colocado em regime domiciliar?”, publicou Queiroga.
O líder da bancada de oposição, deputado federal Cabo Gilberto, pediu orações pelo ex-presidente em postagem nas redes. O deputado estadual Sargento Neto (PL) e o vereador Fábio Lopes (PL) também manifestaram mensagens de apoio.
De acordo com reportagem do G1, o médico cardiologista do ex-presidente, Brasil Caiado, informou que o quadro teve início por volta das 2h da manhã e evoluiu de forma “muito rápida”. Bolsonaro deve permanecer internado pelo menos sete dias para receber antibióticos e medicação endovenosa. O médico ressaltou que não é possível estipular uma data de alta, pois a evolução dependerá da resposta ao tratamento.
A internação ocorreu na sequência de um agravamento súbito do quadro respiratório, motivando a transferência do local de detenção ao hospital para avaliação e cuidados intensivistas.
O hospital e a equipe médica continuam monitorando a evolução clínica do paciente enquanto ele recebe a terapia prescrita.
Com informações de Jornaldaparaiba




