Um homem de 27 anos, já sentenciado pela morte do policial militar José Cláudio de Lima, ocorrida em dezembro de 2022, na cidade de Natal (RN), foi preso na manhã de quinta-feira (13) em Campina Grande, no Agreste da Paraíba. A captura foi confirmada pela Polícia Civil, que cumpriu mandado de prisão expedido pela Justiça potiguar.
De acordo com os investigadores, o condenado vinha morando em Campina Grande havia alguns meses. Nesse período, ele atuava como motorista de aplicativo, atividade que, segundo a polícia, era usada para manter uma rotina discreta na tentativa de passar despercebido pelas autoridades locais. A estratégia foi adotada depois que o acusado tomou conhecimento do resultado do julgamento que o considerou culpado pelo homicídio do militar.
O crime pelo qual o réu foi responsabilizado aconteceu em dezembro de 2022 na capital do Rio Grande do Norte. Na ocasião, o policial militar José Cláudio de Lima foi assassinado, fato que motivou a abertura de inquérito e, posteriormente, o processo criminal que terminou com a condenação do suspeito. A sentença, cujo teor completo não foi divulgado pela Polícia Civil, estipula pena em regime fechado.
Conforme informações repassadas pela Delegacia de Polícia Civil de Campina Grande, as equipes chegaram ao paradeiro do foragido depois de receberem dados repassados pela polícia do Rio Grande do Norte. Após monitoramento, os agentes localizaram o homem em um endereço residencial e efetuaram a prisão sem resistência. A operação ocorreu nas primeiras horas da manhã de quinta-feira.
Logo depois de detido, o condenado foi conduzido para a central de custódia da Polícia Civil, onde passou por procedimentos de praxe, como identificação e comunicação formal do mandado. Ainda segundo a corporação, ele permanecerá em solo paraibano até que sejam cumpridos os trâmites legais para transferência ao sistema prisional do Rio Grande do Norte, onde deverá iniciar o cumprimento da pena imposta.
Em nota, a Polícia Civil reforçou que a captura demonstra a integração entre as forças de segurança dos dois estados e ressaltou a importância de denúncias anônimas no processo de localização do condenado. O órgão destacou, ainda, que novas diligências podem ser realizadas para apurar eventuais cúmplices na fuga.
Com a prisão, o homem de 27 anos deixa a condição de foragido e passa a ficar à disposição da Justiça potiguar, responsável por definir a unidade prisional em que ele cumprirá a pena pelo assassinato do policial militar.
Com informações de Paraibaonline




