Enviar uma mensagem e ficar sem retorno por minutos, horas ou dias é experiência comum entre usuários do WhatsApp, e provoca reações distintas: há quem não se importe com a demora, e há quem se sinta chateado com a ausência de resposta. Segundo a psicóloga Cristiane Rayes, essa lentidão não deve ser automaticamente interpretada como desinteresse.
Cristiane Rayes, que atua como psicóloga clínica, educacional e orientadora familiar, e é autora de um trabalho no formato “book-caixinha” intitulado “Vamos Falar […]”, ressalta que a relação entre tempo de resposta e sentimento não é necessariamente direta. A especialista aponta que a leitura imediata de desatenção pode gerar mal-entendidos, mas não há, na observação citada, uma única explicação que valide sempre essa conclusão.
O caso descrito na reportagem do Paraibaonline reflete uma divisão de comportamentos diante da comunicação digital: alguns remetentes mantêm a serenidade mesmo quando aguardam retorno por longos períodos; outros experimentam frustração ou aborrecimento. A publicação destaca a presença desse fenômeno no cotidiano das interações por aplicativos de mensagem e enfatiza o comentário da profissional sobre a interpretação do silêncio.
A matéria registra, assim, que a demora em responder mensagens no WhatsApp é motivo de atenção nas relações interpessoais, mas que a interpretação desse silêncio depende do contexto e das percepções individuais. Aponte-se que a opinião de Cristiane Rayes foi utilizada para exemplificar que um atraso na resposta não estabelece, automaticamente, desinteresse por parte do receptor.
Encerram-se aqui as informações trazidas pela reportagem, que chama atenção para as diferentes reações frente à demora nas respostas e para a necessidade de cautela ao tirar conclusões precipitadas sobre o sentimento do outro.
Com informações de Paraibaonline



