Um empresário do ramo de crediário e dois funcionários foram mortos a tiros na manhã desta sexta-feira (10) no estado do Maranhão, após terem sido assaltados e mantidos reféns por criminosos armados. As vítimas foram encontradas com marcas de disparos e amarradas em área rural de Santa Inês.
Segundo a Polícia Militar do Maranhão, o ataque começou quando assaltantes invadiram uma residência no bairro Planalto, em Lago de Pedra, e renderam o empresário Francisco Edimar Gino da Silva, conhecido como Kérdio, a esposa dele e dois funcionários. O trio foi obrigados a realizar transferências via Pix e levado como refém.
De acordo com a corporação, a esposa do empresário foi amarrada dentro de um quarto. Os criminosos teriam agredido as vítimas para forçar as transferências, que totalizaram cerca de R$ 24 mil. Além do valor transferido, os assaltantes fugiram com dinheiro em espécie, aparelhos celulares, equipamentos do sistema de segurança da casa e uma caminhonete Toyota Hilux, que foi localizada horas depois.
Por volta das 9h, a caminhonete foi achada no povoado Monção, zona rural de Santa Inês. Próximo ao veículo, as autoridades encontraram os corpos de Francisco Edimar e dos dois funcionários, todos amarrados e com ferimentos causados por disparos de arma de fogo. Até o fim da tarde desta sexta-feira (10), a polícia informava que nenhum suspeito havia sido preso.
Quem eram as vítimas
O comerciante identificado como Francisco Edimar Gino da Silva tinha 42 anos, era natural de Tenente Ananias, era casado e pai de dois filhos. Um dos funcionários mortos, Bruno Pinheiro Alves, tinha 26 anos, era natural de Marcelino Vieira, seria completaria 27 em maio e era pai de dois filhos. O outro empregado, Roberto Moreira de Aquino, conhecido como Beto, era natural de Rafael Fernandes; a idade dele não havia sido confirmada até a publicação.
As ocorrências foram registradas pelas autoridades maranhenses, que seguem as investigações para identificar e prender os envolvidos no crime. Informações sobre motivação e demais detalhes do caso dependem dos próximos comunicados oficiais.
Com informações de Diariodosertao


