Modelo low-cost enfrenta obstáculos estruturais e econômicos no país, avalia agente de viagens

Quem: O agente de viagens Alessandro Sousa.

O que: Sousa avaliou que o modelo de aviação low-cost/low-fare, amplamente disseminado nos Estados Unidos e na Europa, ainda encontra barreiras significativas no Brasil.

Onde e quando: A avaliação foi apresentada durante participação na coluna Pé na Estrada, no programa Jornal da Manhã, noticiada em 5 de setembro de 2026.

Segundo o agente, as dificuldades que impedem a expansão de empresas aéreas de baixo custo no país estão relacionadas a fragilidades tanto na infraestrutura quanto na economia do setor. Sousa destacou a existência de entraves que, em sua visão, tornam inviável a plena adoção do modelo low-cost no contexto brasileiro, apesar do sucesso dessa estratégia em mercados estrangeiros.

A participação de Alessandro Sousa na coluna abordou a combinação de fatores que, segundo ele, compõe um cenário desfavorável para a operação de companhias com foco em tarifas reduzidas. Ele apontou a persistência de obstáculos estruturais e econômicos que, na avaliação apresentada, dificultam a replicação no Brasil do formato de negócios já estabelecido em outras regiões do mundo.

O relato do agente de viagens enfatizou que, enquanto o modelo low-cost é consolidado em países como Estados Unidos e na Europa, sua implementação no Brasil esbarra em condicionantes locais que afetam a viabilidade das empresas interessadas em operar com tarifas mais baixas e estrutura de custos reduzia.

O tema foi levado ao debate público por meio da participação de Sousa no Jornal da Manhã, trazendo à tona a discussão sobre as limitações e desafios enfrentados pelo setor aéreo nacional quando se trata da introdução e expansão de companhias low-cost.





Não foram apresentados, na ocasião, dados quantitativos ou propostas específicas de solução na participação do agente de viagens; a avaliação focou na identificação das fragilidades mencionadas.

Com informações de Paraibaonline