Resgate de iguanas em Campina Grande
Pelo menos 42 iguanas foram localizadas e resgatadas no perímetro urbano de Campina Grande. Os animais foram encontrados em uma área próxima a uma obra de edifícios, situada no trecho urbano da BR-230.
O resgate foi realizado por Silvaney Medeiros, proprietário do Museu Vivo Répteis da Caatinga, localizado em Puxinanã, no Agreste da Paraíba. A operação ocorreu no último dia 9, quando Medeiros esteve no local para recolher os animais.
De acordo com o registro do caso, as iguanas foram encontradas na região mencionada e foram retiradas das proximidades da construção. As informações sobre a quantidade total correspondem a pelo menos 42 indivíduos, conforme contabilizado durante a intervenção.
A ação teve como protagonista o responsável pelo museu de répteis, que compareceu ao local para realizar o recolhimento das iguanas. O Museu Vivo Répteis da Caatinga é sediado em Puxinanã, no Agreste paraibano, onde o proprietário desenvolve atividades relacionadas a animais dessa natureza.
Os animais estavam distribuídos na área próxima à obra, dentro do perímetro urbano da BR-230, conforme apontado no registro do resgate. A identificação e o levantamento da quantidade foram efetuados durante a operação conduzida por Medeiros.
O caso chamou atenção pela quantidade de animais encontrados em área urbana e pela atuação do proprietário do museu no procedimento de retirada e manejo dos répteis. Não há, neste relato, informações adicionais sobre as circunstâncias que levaram as iguanas ao local da obra.
O registro do resgate ocorreu no último dia 9 e envolveu a presença de um profissional ligado a um centro especializado em répteis no Agreste da Paraíba, que procedeu ao recolhimento dos animais identificados na área urbana próxima à BR-230.
Finaliza-se a reportagem com os dados conhecidos sobre o episódio: pelo menos 42 iguanas resgatadas, local de ocorrência no perímetro urbano de Campina Grande, área próxima a obra de edifícios na BR-230, e resgate conduzido por Silvaney Medeiros, do Museu Vivo Répteis da Caatinga, em Puxinanã.
Com informações de Paraibaonline



