Investimentos em saúde podem reduzir mortalidade e impulsionar economia
Um recorte nacional da pesquisa “A saúde das nações: saúde mais forte, economias mais fortes”, realizado pelo McKinsey Health Institute, indica que o aumento de investimentos em saúde, quando aplicado de maneira direcionada, tem potencial para evitar 739 mil mortes prematuras no Brasil até 2050. Além do impacto na mortalidade, a mesma pesquisa projeta um incremento de mais de R$1 trilhão no Produto Interno Bruto (PIB) do país no mesmo período.
O estudo, apresentado em formato de recorte nacional, relaciona políticas e investimentos na área da saúde com efeitos quantitativos tanto sobre a saúde da população quanto sobre indicadores econômicos ao longo das próximas décadas. Segundo a pesquisa, a adoção de medidas específicas de financiamento e gestão no setor pode traduzir-se em ganhos expressivos em vidas poupadas e em produção econômica adicional até meados do século.
Os números divulgados — 739 mil mortes prematuras evitáveis e acréscimo superior a R$1 trilhão no PIB até 2050 — refletem as projeções traçadas pelos pesquisadores integrantes do McKinsey Health Institute e constam no recorte nacional da publicação. A pesquisa reúne estimativas que vinculam investimentos em saúde a desfechos de saúde pública e desempenho econômico futuro.
O levantamento integra a série de estudos compilados sob o título geral “A saúde das nações: saúde mais forte, economias mais fortes” e oferece um panorama sobre como políticas de saúde direcionadas podem afetar tanto a mortalidade quanto a economia brasileira ao longo do tempo considerado pela análise.
As conclusões do recorte nacional apontam para uma correlação entre maior alocação de recursos no setor de saúde e impactos positivos mensuráveis em vidas preservadas e em crescimento econômico projetado até 2050.
Com informações de Paraibaonline




