O governador da Paraíba, Lucas Ribeiro (PP), voltou a defender a continuidade da aproximação entre o governo estadual e a União durante o encontro político “Lula Lá”, realizado em Campina Grande. Reeleito no primeiro turno das eleições de 2026, Lucas ressaltou que a aliança com o Executivo federal tem sido determinante para a execução de projetos de saúde e infraestrutura no interior do estado.
Ao citar exemplos concretos, o governador afirmou que o Trauma do Sertão, em Patos, e o Hospital da Mulher, em Sousa, só foram possíveis graças ao apoio direto do Palácio do Planalto. Segundo ele, essas unidades representam a descentralização do atendimento médico-hospitalar na região do Sertão paraibano.
Lucas também chamou atenção para os custos de manutenção desses empreendimentos, afirmando que o gasto operacional costuma superar o desembolso inicial das obras. Como exemplo, mencionou que com aproximadamente R$ 150 milhões é possível construir hospitais em cidades como Campina Grande e Patos, mas ressaltou a dificuldade de sustentar a estrutura ao longo do tempo.
O governador detalhou ainda que o custeio mensal do Hospital Metropolitano chega a R$ 30 milhões, número que, na sua avaliação, ao ser anualizado, equivale a mais de duas construções semelhantes. Foi com esse argumento que defendeu a permanência de um governo federal com foco na Paraíba e no Nordeste para garantir a continuidade dos serviços.
Em seguida, Lucas Ribeiro reforçou a eficiência do Sistema Único de Saúde (SUS) no estado, afirmando que o sistema paraibano tem salvado vidas e merece ser preservado. Ele também citou compromissos assumidos pela gestão federal na área hídrica e anunciou a previsão de início do Ramal Piancó da transposição, projeto que, segundo o governador, beneficiará a Paraíba.
O ato “Lula Lá” reuniu lideranças políticas locais e serviu para fortalecer a mobilização em favor da manutenção das políticas federais que, conforme Lucas Ribeiro, têm sido essenciais para obras e serviços no estado.
Com informações de Diariodosertao



