Pesquisa Quaest revela baixa disposição do eleitorado para participar de atividades políticas
Um recorte da pesquisa divulgada pelo Instituto Quaest sobre a sucessão presidencial indica que a maior parte dos eleitores não pretende se envolver em ambientes coletivos de discussão política. Segundo os questionários aplicados, 87% dos entrevistados afirmaram que não têm intenção de ingressar em grupos de WhatsApp dedicados a assuntos políticos.
Por outro lado, apenas 11% dos participantes disseram que pretendem participar de grupos específicos voltados à política. O levantamento destaca, portanto, uma participação reduzida em espaços digitais coletivos relacionados ao tema.
O estudo também registra que 71% das pessoas ouvidas declararam não pretender comparecer a eventos, conforme os dados extraídos dos questionários. A informação constou no mesmo recorte apresentado pelo instituto responsável pela sondagem.
Os resultados divulgados pelo Quaest referem-se ao cenário da sucessão presidencial e foram obtidos por meio de entrevistas com eleitores, segundo a própria pesquisa. As porcentagens apontam para uma tendência de retração do público em relação à participação em grupos de mensagens e em eventos presenciais ligados à política, conforme os números apresentados.
O levantamento coloca em evidência o comportamento dos eleitores diante de iniciativas coletivas de debate e mobilização, ao mostrar a predominância de respostas contrárias à participação. Os dados detalhados e o contexto metodológico completo constariam na pesquisa original do Instituto Quaest, que serviu de base para o recorte divulgado.
As informações destacam, de forma objetiva, a distribuição das intenções declaradas pelos entrevistados nos pontos levantados pela sondagem: adesão a grupos de WhatsApp sobre política, interesse por grupos específicos e comparecimento a eventos, com as respectivas taxas de 87%, 11% e 71% apontadas no levantamento.
Com informações de Paraibaonline




