Lionel Messi emocionou ao chorar após garantir a classificação da Argentina às quartas de final da Copa do Mundo 2026, imagem que já figura entre as mais marcantes do torneio. Aos 39 anos, o jogador reafirma sua ligação com a profissão e com a seleção nacional.

Na atual edição, Messi disputou cinco partidas e marcou oito gols, deixando sua marca em todos os jogos que participou até o momento. No Mundial de 2022, no Catar, o camisa 10 anotou sete gols e distribuiu três assistências em oito confrontos.

A participação do astro do Inter Miami tem sido apontada como decisiva para a manutenção da Argentina no torneio, em um time que, segundo relatos, apresenta desempenho coletivo aquém do esperado. Em confrontos recentes, como contra Cabo Verde e Egito, a equipe teve dificuldades e precisou do protagonismo de Messi para seguir adiante. Nas oitavas de final, o jogador voltou a assumir a responsabilidade e contribuiu diretamente para a virada e a classificação.

O trabalho do técnico Lionel Scaloni é descrito como desgastado, com um grupo que inclui atletas em fim de carreira. A saída de Ángel Di María da seleção, hoje no Rosario Central e aposentado do elenco nacional, também é citada como perda importante para o conjunto que levantou a taça no Catar.

Além disso, destaca-se a mudança de clube de Rodrigo De Paul, que deixou o futebol europeu para se juntar a Messi no Inter Miami. O meia, considerado surpresa positiva na última Copa, vem tendo rendimento inferior ao apresentado anteriormente, segundo observações sobre o elenco.

Combinando liderança e gols, Messi tem sido o fator que permite à Argentina avançar na competição, ainda que a equipe enfrente adversidades táticas e físicas. O confronto das quartas com a Suíça é apontado como um desafio potencialmente mais difícil do que os já disputados contra Cabo Verde e Egito.

Outro ponto mencionado em relação ao capitão é a cobrança de pênaltis: especialistas e observadores ressaltam a necessidade de delegar essas batidas a outro jogador, visando preservar o desempenho do camisa 10 e a permanência da Argentina no Mundial.

O papel de Messi na campanha de 2026 aparece, assim, como central para as aspirações da seleção, tanto pelos gols quanto pela liderança em campo, enquanto o restante do elenco busca retomar consistência para as próximas fases.

Com informações de Jornaldaparaiba