Dario Durigan, ministro da Fazenda, declarou nesta quinta-feira (24) que Antônio Carlos Freixo Júnior, apelidado de “Mineiro” e proprietário da empresa Entre Investimentos, recebeu recursos oriundos do crime organizado. A afirmação foi divulgada no dia 24 de setembro de 2026.

A Entre Investimentos integra o grupo de financiadores do filme Dark Horse, longa que narra a vida do ex-presidente Jair Bolsonaro. Segundo Durigan, o capital recebido por Antônio Carlos Freixo Júnior possui ligação com organizações criminosas, fato que motivou a declaração do ministro.

O financiamento de Dark Horse também contou com recursos do Banco Master, instituição associada a Daniel Vorcaro. A menção ao envolvimento do banco aponta para múltiplas fontes de aporte na produção do filme, conforme apontado pelo ministro.

As informações divulgadas por Durigan relacionam, portanto, a participação da Entre Investimentos no financiamento de uma obra cinematográfica de repercussão política com alegações sobre a origem ilícita de parte de seus recursos. A declaração do ministro cita nominalmente Antônio Carlos Freixo Júnior como beneficiário de valores provenientes do crime organizado.

Até o momento, não foram apresentados detalhes adicionais sobre a investigação ou sobre procedimentos que possam decorrer dessa afirmação, nem há informações públicas na nota original sobre respostas da Entre Investimentos, de Antônio Carlos Freixo Júnior ou de representantes do Banco Master e de Daniel Vorcaro.

O episódio coloca em evidência a origem dos recursos destinados à produção do filme e aponta para questionamentos sobre a relação entre financiadores privados e a legalidade dos aportes.

Com informações de Paraibaonline