Cratera na esquina preocupa população e causa transtornos no Centro

Moradores do Centro de Cajazeiras cobram providências das autoridades municipais e estaduais após o surgimento de uma cratera na esquina da Travessa Paulo Andriola com a Rua Coronel Guimarães, nas imediações da Praça do Leblon. O caso foi relatado nesta segunda-feira (9) por Maria de Lourdes, aposentada, durante participação no programa Olho Vivo, da TV e Rede Diário do Sertão.

Segundo a moradora, o buraco se formou quando o calçamento cedeu enquanto um carro trafegava pelo local durante chuva. A abertura é descrita como profunda e com diâmetro suficiente para “engolir” uma motocicleta, o que aumenta o risco de acidentes para pedestres e condutores. Além do perigo físico, os vizinhos também reclamam da fedentina emanada da cratera.

Maria de Lourdes informou que o problema persiste por mais de quinze dias e que, até o momento, a única medida adotada no local foi a colocação de dois cones com fitas de proteção nas extremidades da travessa, para alertar quem passa. Ela reclamou da demora nas intervenções: “Faz mais de quinze dias que está desse jeito e a gente esperando. Veio um e outro e eu não sei quem vai consertar. Quem for responsável, venha, pelo amor de Deus”, disse a aposentada ao programa.

Além da cratera, a moradora apontou descarte irregular de lixo doméstico em frente à Unidade Básica de Saúde Maria José de Jesus, situada na Rua Coronel Guimarães. Para tentar reduzir o problema, ela solicitou que a prefeitura coloque placas orientativas indicando os dias e horários corretos para depósito do lixo, lembrando que os moradores costumam guardar o material em casa até a coleta passar.

Maria de Lourdes também relatou que, durante a madrugada, vândalos removem os cones e as fitas de proteção posicionados no local, sendo os próprios moradores que os recolocam em seguida.

O Diário do Sertão tentou contato com o secretário de Infraestrutura de Cajazeiras, Arquimedes Gomes (Maninho), mas não obteve retorno até a publicação da matéria. Também não foi possível falar com a Cagepa para saber se o problema é responsabilidade da companhia e se há prazo para solução.

O caso segue sem intervenção definitiva até a data da publicação.





Com informações de Diariodosertao