Oito famílias foram desalojadas neste sábado (27) em decorrência das fortes chuvas que atingem a Paraíba desde a noite de sexta-feira (26), segundo comunicado do Governo do Estado. As ocorrências de alagamentos e outros transtornos motivaram ações preventivas das autoridades locais.

Do total, seis famílias foram realocadas preventivamente no município de Mogeiro e uma outra família recebeu abrigo em Aroeiras. Ainda no sábado, a Defesa Civil precisou remover uma família no município de Massaranduba após o registro de deslizamento de uma barreira.

A Secretaria de Estado do Desenvolvimento Humano (Sedh) informou que, apesar dos desalojamentos, nenhuma família ficou desabrigada — termo usado para definir quem perde a moradia de forma permanente em razão de um desastre natural. Desalojados são aqueles que deixam suas casas temporariamente e podem retornar quando a situação for normalizada.

Em razão dos impactos já observados, o Governo do Estado determinou a implantação de ações estratégicas de assistência durante o período de chuvas. O comunicado lista municípios onde a situação está sob controle, mas com monitoramento contínuo: Pilar, Ingá, Gurinhém, São José dos Ramos, Rio Tinto, Alagoa Nova, Santa Rita, Areia e Natuba.

Por outro lado, as localidades que demandam maior atenção por parte do poder público são Mogeiro, Massaranduba, Salgado de São Félix, Cabedelo, Juripiranga, Juarez Távora, Aroeiras, Sapé e Alagoa Grande, segundo o governo.

As medidas preventivas e o monitoramento consideram os impactos provocados pelas fortes precipitações registradas no mês de maio, quando o alto volume de chuvas levou 31 municípios da Paraíba a decretarem situação de emergência.

Em caso de emergência, a orientação da Sedh é que famílias que vivem em áreas de risco procurem os locais seguros indicados pela Defesa Civil e pelas equipes municipais.

Imagens da TV Cabo Branco também mostraram fortes chuvas no bairro de Valentina, em João Pessoa, na manhã de terça-feira (28), segundo registro reproduzido pelo veículo.

As autoridades estaduais seguem acompanhando a evolução do tempo e as condições dos municípios afetados, mantendo o monitoramento e a assistência às famílias impactadas.

Com informações de G1