O papa promoveu, na manhã de 16 de novembro de 2025, um almoço que reuniu centenas de pessoas carentes no Vaticano. O encontro, realizado dentro das dependências da Santa Sé, teve como objetivo oferecer uma refeição comunitária e reforçar a mensagem de solidariedade e fraternidade junto à população em situação de vulnerabilidade social.

Antes da distribuição dos alimentos, o pontífice fez uma oração. “Abençoa-nos, Senhor, a nós e esses dons que recebemos da tua providência. Abençoa a nossa vida, a nossa fraternidade. Ajuda-nos, a todos nós, a caminhar sempre unidos no teu amor”, pediu, destacando, de maneira especial, as pessoas que sofrem por causa da violência e da guerra. A prece, pronunciada por Leão XIV, marcou o início oficial da celebração.

Durante a atividade, o papa percorreu as mesas, conversou com convidados e ouviu relatos sobre as dificuldades enfrentadas por quem vive à margem de condições mínimas de dignidade. A atenção individual e as palavras de encorajamento dirigidas a cada participante reforçaram a proposta de aproximar a liderança da Igreja Católica daqueles que mais necessitam.

Segundo a Santa Sé, a iniciativa reuniu “centenas” de pessoas em situação de pobreza que vivem na cidade de Roma e arredores. Elas foram convidadas por paróquias, associações de caridade e serviços sociais que atuam diariamente no atendimento a moradores de rua, migrantes e famílias de baixa renda.

Além da refeição principal, que incluiu pratos simples preparados por voluntários, houve distribuição de água, frutas e pães. Um grupo de religiosos e leigos ajudou no serviço, garantindo que todos recebessem alimento suficiente e tivessem a oportunidade de conversar com o pontífice.

Ao final, o papa agradeceu o trabalho dos voluntários e reforçou o apelo pela construção de uma sociedade mais fraterna. Ele destacou que ações concretas, como a partilha de uma refeição, podem contribuir para amenizar o sofrimento de quem se vê privado de necessidades básicas e também estimular o senso de responsabilidade coletiva.

O encontro encerrou-se sem discursos formais adicionais. A bênção final, concedida pelo pontífice, contemplou não apenas os presentes, mas também “todos os que, em qualquer parte do mundo, enfrentam a violência e a guerra” – uma referência direta aos conflitos em andamento em diferentes regiões do planeta.

Com informações de Paraibaonline