A Polícia Civil da Paraíba abriu um inquérito para investigar a tentativa de liberação irregular de sete detentos custodiados nos presídios PB1 e PB2, em João Pessoa, por meio de alvarás de soltura falsificados.
De acordo com as informações divulgadas pela investigação, a fraude envolveu documentos apresentados como ordens de soltura. Em alguns casos, presos chegaram a ser acionados para assinar papéis que supostamente determinavam a sua liberação.
O esquema foi identificado após verificação junto a magistrados, o que levou às apurações formais conduzidas pela Polícia Civil. O procedimento instaurado tem como finalidade esclarecer as circunstâncias da tentativa de soltura e determinar responsabilidades, conforme os dados já levantados pelas autoridades.
As unidades prisionais afetadas são o PB1 e o PB2, ambas localizadas em João Pessoa. A investigação concentra-se na origem dos alvarás apresentados e no processo que resultou na convocação de internos para assinar as supostas ordens de soltura.
Com a instauração do inquérito, a Polícia Civil dará seguimento às diligências para reunir provas e identificar os autores, intermediários ou eventuais coniventes envolvidos no caso. As apurações seguem em curso, sob responsabilidade das equipes designadas para tratar do assunto.
Não foram divulgados nomes de envolvidos ou detalhes sobre prazos das investigações até o fechamento das informações disponibilizadas ao público. As autoridades responsáveis seguem atuando para elucidar como se deu a tentativa de soltura por meio de alvarás falsos.
O inquérito marca o início da investigação formal sobre o episódio que colocou em xeque a validade de documentos de soltura apresentados em presídios estaduais.
Com informações de Paraibaonline



