João Pessoa — A Polícia Civil da Paraíba fechou, na manhã desta quinta-feira (27), um depósito clandestino de combustíveis localizado no bairro Funcionários, na zona sul da capital. Durante a ação, os agentes apreenderam aproximadamente 500 litros de material inflamável e prenderam em flagrante um homem de 41 anos, apontado como responsável pelo local.
De acordo com a Polícia Civil, a diligência foi desencadeada após o recebimento de denúncias anônimas que indicavam a existência de armazenamento irregular de combustíveis no endereço investigado. As informações repassadas à corporação também advertiam para o risco que o depósito representava à vizinhança.
No interior do imóvel, os policiais encontraram 23 galões de óleo diesel acomodados sem qualquer tipo de sistema de segurança, ventilação adequada ou autorização dos órgãos competentes. A falta de estrutura apropriada para o acondicionamento desse tipo de produto inflamável, segundo a corporação, colocava em perigo moradores e estabelecimentos próximos, já que o cenário favorecia a ocorrência de incêndios ou explosões.
Todo o combustível recolhido foi encaminhado ao Corpo de Bombeiros Militar da Paraíba, instituição que ficará responsável pelo manuseio e descarte em condições seguras. A polícia ressaltou que o transporte do material foi realizado em viaturas preparadas para substâncias perigosas, com o objetivo de evitar novos riscos durante o trajeto.
O suspeito detido foi conduzido à Central de Polícia, onde prestou depoimento. Ele deve responder por crime contra a ordem econômica, previsto na legislação que coíbe o comércio ou armazenamento clandestino de combustíveis, além de outros delitos que podem ser enquadrados conforme o andamento do inquérito.
A Delegacia de Crimes Contra o Patrimônio (DCCPAT), responsável pela operação, informou que as investigações continuam para apurar a procedência do combustível encontrado, identificar possíveis fornecedores e verificar se há outros pontos de estocagem irregular na região. A corporação reforçou que a população pode colaborar repassando informações de forma anônima pelo telefone 197.
Com informações de G1




