Operação Alfaias mira compra de mobiliário escolar por administração municipal

A Polícia Federal deflagrou, nesta quarta‑feira (22), a operação denominada Alfaias para apurar possíveis irregularidades em um procedimento licitatório voltado à aquisição de móveis escolares por uma administração pública municipal no estado da Paraíba.

Segundo as informações divulgadas, as investigações concentram‑se na suposta prática, em tese, dos crimes de peculato e de fraude em licitação ou contrato administrativo. As ocorrências estariam relacionadas a um pregão utilizado no processo de compra.

A operação busca verificar as circunstâncias do certame e identificar eventuais responsáveis por irregularidades no procedimento que resultou na compra dos móveis para uso em unidades escolares municipais. A Polícia Federal informou que as apurações seguem em andamento, com o objetivo de esclarecer a dinâmica das contratações e a existência de ilícitos envolvendo recursos públicos.

Não foram divulgados detalhes sobre a existência de diligências específicas, prisões, buscas ou apreensões, tampouco informações sobre valores, empresas ou responsáveis envolvidos no processo licitatório. Também não há, até o momento, posicionamento público de autoridades municipais a respeito das investigações.

O nome dado à operação remete ao objeto do certame — aquisição de mobiliário escolar — e reflete a atuação da Polícia Federal em procedimentos que investigam a aplicação de recursos públicos em contratações administrativas. As apurações seguem o curso legal para eventual responsabilização penal e administrativa, caso sejam confirmadas práticas ilícitas.

A Polícia Federal deve continuar a coletar elementos probatórios que subsidiem o inquérito, respeitando os prazos e as formalidades previstas na legislação. A conclusão das investigações e a abertura de eventuais processos dependem dos resultados das diligências em curso.

O andamento do caso e medidas adotadas pela autoridade policial serão divulgados quando houver informação oficial adicional.

Com informações de Paraibaonline