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A produção brasileira de petróleo e gás natural alcançou um novo recorde em fevereiro de 2026, informou a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) em balanço divulgado nesta quarta-feira (1º).

Segundo a ANP, foram produzidos 5,304 milhões de barris de óleo equivalente por dia (boe/d), número que reúne extração de petróleo e de gás natural. O recorde anterior havia sido registrado em outubro de 2025, com 5,255 milhões de boe/d.

Considerando apenas o petróleo, a produção atingiu 4,061 milhões de barris por dia (bbl/d), o que representa alta de 2,7% em relação a janeiro e crescimento de 16,4% em comparação com fevereiro de 2025.

Já a produção de gás natural chegou a 197,63 milhões de metros cúbicos por dia (m³/d), com aumento de 2,3% frente a janeiro e de 24,5% na comparação anual com fevereiro de 2025.

A extração foi registrada em 6.079 poços, dos quais 582 são marítimos e 5.497 terrestres. Os campos offshore responderam por 98% da produção de petróleo e por 87,8% da produção de gás natural do país.

Os campos sob operação da Petrobras, isoladamente ou em consórcios, foram responsáveis por 89,46% do total produzido no mês.

Pré-sal

O pré-sal contribuiu com 80,2% da produção nacional em fevereiro, somando 4,243 milhões de boe/d. Houve expansão de 2,3% em relação a janeiro e de 20,1% na comparação com fevereiro de 2025.

Do pré-sal foram extraídos 3,264 milhões de bbl/d de petróleo e 155,56 milhões de m³/d de gás natural, provenientes de 181 poços.

O Campo de Tupi, na Bacia de Santos, foi o maior produtor do país tanto em petróleo quanto em gás natural, com 865,98 mil barris por dia e 42,87 milhões de m³/d, respectivamente.

Entre as unidades de produção, o navio-plataforma FPSO Almirante Tamandaré, no Campo de Búzios, registrou a maior produção de petróleo, com 197.903 bbl/d. Para gás natural, a maior produção ocorreu no navio-plataforma Marechal Duque de Caxias, no campo de Mero, com 12,37 milhões de m³/d.

Esses números refletem o desempenho divulgado pela ANP referente ao mês de fevereiro de 2026, sem indicação de mudanças regulatórias ou projeções para os meses seguintes.

Com informações de Agência Brasil