A 15 dias do primeiro turno, a candidata a deputada federal Lídia Moura intensificou a divulgação de propostas direcionadas à proteção, à autonomia e à ampliação de direitos das mulheres, afirmando que quem solicita o voto feminino precisa assumir compromissos claros com as demandas desse eleitorado. As propostas anunciadas pela campanha foram apresentadas em consonância com o documento “10 Propostas pela Vida das Mulheres”, lançado pela ONU Mulheres para o ciclo eleitoral de 2026.
Entre os pontos que Lídia aponta como prioritários está a criação de uma Rede Nacional de Atenção, Proteção e Autonomia das Mulheres, destinada a articular serviços e políticas públicas que atendam de forma integrada mulheres em situação de vulnerabilidade. A candidata também colocou como foco o fortalecimento de políticas de prevenção ao feminicídio, visando reduzir e combater a violência de gênero.
Na área econômica, a campanha enfatiza medidas voltadas à geração de renda e ampliação do acesso ao crédito para mulheres, como forma de promover independência financeira e diminuir desigualdades. Outra proposta citada por Lídia é a consolidação do cuidado como política pública, incluindo ações que reconheçam e distribuam de modo mais equitativo o trabalho de cuidado.
Lídia também mencionou a necessidade de vincular políticas de gênero às estratégias de justiça climática, ressaltando que as desigualdades provocadas pela crise climática afetam de maneira diferenciada as mulheres e, por isso, requerem respostas integradas.
Ao defender que segurança, renda, cuidado, participação e autonomia devem ocupar posição central nas decisões públicas, Lídia afirmou: “Não basta falar para as mulheres durante a eleição. É preciso assumir compromissos concretos com a vida delas. Segurança, renda, cuidado, participação e autonomia precisam estar no centro das decisões do país”.
O documento da ONU Mulheres, segundo a própria organização, destaca temas como vida sem violência, segurança econômica, divisão do trabalho de cuidado, participação política e o enfrentamento das desigualdades agravadas pela crise climática. A publicação é dirigida a candidatas e candidatos de diferentes partidos e tem o objetivo de estimular compromissos públicos com essas pautas; a ONU Mulheres esclarece que não apoia candidaturas ou partidos.
Assessoria
Com informações de Polemicaparaiba



