A secretária de Saúde de Sousa, Jucemara Oliveira, informou nesta quarta-feira (25) sobre o crescimento expressivo no número de atendimentos nas unidades de saúde do município provocado pela chamada “virose da mosca”. A gestora relacionou o aumento de procura ao caráter sazonal da doença.
Procura por atendimento em alta
Em entrevista ao programa Olho Vivo, da Rede Diário do Sertão, Jucemara Oliveira explicou que a combinação de períodos de chuva e calor tem elevado a incidência de casos, pressionando a rede municipal. Segundo a secretária, a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) registrava em média cerca de 180 atendimentos diários antes do surto; atualmente, o movimento varia entre 260 e 300 pacientes por dia.
Além da UPA, o Hospital Regional da cidade também relata aumento na demanda, o que reforça a situação de sobrecarga das estruturas de saúde locais.
Sintomas e orientações
De acordo com a secretária, os sinais mais frequentes apresentados pelos pacientes assemelham-se aos de uma gastroenterite, incluindo dor abdominal, diarreia, vômito e febre. Jucemara orientou que casos com sintomas leves devem procurar as Unidades Básicas de Saúde, enquanto quadros mais graves precisam ser atendidos na UPA.
Ela informou ainda que os sintomas normalmente persistem entre dois e cinco dias, embora existam relatos de apresentações que chegam a durar até 10 dias, exigindo maior atenção e cuidados médicos.
Medidas preventivas
A secretaria reforçou recomendações simples para tentar reduzir a circulação da virose durante este período. Entre as principais medidas indicadas estão a higienização frequente das mãos, atenção ao armazenamento e preparo dos alimentos e o descarte correto do lixo.
Jucemara Oliveira ressaltou a necessidade de a população intensificar os cuidados sanitários em função das condições climáticas que favorecem a disseminação das infecções.
DIÁRIO DO SERTÃO
Com informações de Diariodosertao




