A Superintendência de Administração do Meio Ambiente (Sudema) identificou três pontos do litoral da Paraíba onde a qualidade da água não atende aos parâmetros mínimos para banho. A informação consta no relatório de balneabilidade divulgado no fim de semana e válido até 19 de novembro, quando será publicado novo boletim.

Locais considerados inadequados

Dois dos trechos estão localizados no município de Pitimbú e um na capital, João Pessoa. Na capital, a restrição abrange o segmento da Praia de Tambaú situado em frente ao número 315 da Avenida João Maurício. Já em Pitimbú, o alerta vale para a área diante da desembocadura do Riacho Engenho Velho, na Praia do Maceió, e para o ponto em frente à saída da Lagoa que deságua na Praia da Guarita.

Período da análise

As amostras que embasaram o relatório foram coletadas entre os dias 10 e 13 de novembro. A Sudema orienta que, até a divulgação do novo levantamento, os banhistas evitem contato com a água nos trechos citados, a fim de prevenir problemas de saúde.

Demais praias liberadas

Além dos locais identificados como impróprios, a Sudema avaliou diversos pontos nos municípios de Baía da Traição, Cabedelo, Conde, João Pessoa, Lucena, Mataraca, Pitimbú e Rio Tinto. Em todos esses casos, a qualidade da água foi classificada como própria para banho, o que significa que atendem aos padrões microbiológicos definidos pelo órgão ambiental.

Recomendações aos banhistas

O órgão estadual reforça que o relatório deve ser consultado regularmente, especialmente por frequentadores habituais das praias e por turistas. As condições podem variar de uma semana para outra, e a atualização é essencial para garantir a segurança dos banhistas.

O documento também ressalta que o período de 24 horas após chuvas intensas merece atenção redobrada, pois o escoamento superficial pode alterar temporariamente a qualidade da água.

Os trechos considerados impróprios estarão sinalizados pelas prefeituras locais. A Sudema lembra que, durante o período de vigência do relatório, a população deve respeitar a sinalização e buscar informações oficiais antes de entrar no mar.




Com informações de G1