O suplente de vereador de João Pessoa pelo Partido Progressistas, Mô Lima, se manifestou publicamente sobre as acusações de agressão doméstica que pesam contra o cantor João Lima, seu sobrinho, atualmente foragido da Justiça da Paraíba. Em comunicado divulgado nas suas redes sociais, o parlamentar classificou a violência contra mulheres como “ato de covardia” e reforçou que não existe justificativa para esse tipo de crime.
Na nota, Mô Lima afirmou que “é revoltante pensar que alguém possa levantar a mão contra quem deveria amar e proteger. É um ato de covardia, um abuso de poder que destrói a autoestima e a confiança das vítimas.” Ele destacou que a sociedade precisa atuar de forma unida para combater esse mal e garantir que os responsáveis sejam punidos de acordo com a legislação.
O suplente de vereador ressaltou ainda que “não há justificativa, não há desculpa. É um crime que gela a alma e clama por justiça. É um crime que deve ser combatido com todas as forças da sociedade.” A publicação de Mô Lima veio acompanhada de um vídeo em que João Lima aparecia pedindo a então namorada em casamento, imagem usada para reforçar o contraste entre o carinho aparente e as acusações que motivaram a busca pela sua prisão.
Além de condenar as agressões, Mô Lima incentivou mulheres vítimas de violência doméstica a procurarem apoio e denunciarem os episódios. “Se você ou alguém que você conhece está passando por isso, não hesite. Não se sinta sozinho. Há pessoas que te apoiam e querem ajudar a se reconstruir. Você é forte, capaz, merece ser amada, respeitada e protegida. Não deixe que a violência te defina”, disse o parlamentar.
Denuncie
Se você sofre ou presenciou violência contra a mulher, procure ajuda:
• Polícia Militar: 190
• Polícia Civil: 197
• Disque Denúncia contra Violência Doméstica: 180
• Delegacias da Mulher (Deam) – plantão 24 horas
• Delegacia Online: www.delegaciaonline.pb.gov.br
• Central de Atendimento às Mulheres (WhatsApp): (61) 9610-0180
Com o pronunciamento, Mô Lima reforça a importância de enfrentar a violência doméstica como crime inafiançável e estimular a denúncia para proteger vítimas e responsabilizar agressores.
Com informações de Maispb



