Wagner do Solanense (PSB), vereador em Cabedelo, publicou nas redes sociais no fim da tarde desta quinta-feira (11) uma defesa após a circulação de um vídeo em grupos de WhatsApp e no Instagram que mostra o parlamentar dentro de uma caminhonete estacionada em frente à sede da Câmara Municipal, acompanhado de duas mulheres em momentos distintos.

Nas imagens, segundo a divulgação, o veículo permanece parado por longo período em frente ao Legislativo municipal; em determinado instante, uma das mulheres sai do carro e, logo em seguida, outra pessoa entra. O registro passou a ser compartilhado amplamente e motivou o posicionamento público do vereador.

Em sua manifestação, Wagner negou qualquer irregularidade e afirmou que as duas mulheres que aparecem no vídeo trabalham com ele. Segundo o parlamentar, as cenas representam rotina profissional — ele saindo do expediente e recebendo carona de uma assessora e de uma servidora da Câmara — e, portanto, “não há nada de mais” nas imagens divulgadas.

De acordo com o vereador e ex-presidente da Câmara Municipal de Cabedelo, o vazamento do material teria sido coordenado por pessoas insatisfeitas com medidas adotadas durante sua gestão à frente do Legislativo. Wagner declarou que, enquanto presidiu interinamente a Casa, foram suspensas licitações, revisados contratos, cortados gastos e rescindidos contratos milionários, ações que, conforme ele, teriam gerado descontentamento e motivado retaliações.

O parlamentar também afirmou que as duas mulheres já se pronunciaram em apoio à sua versão, confirmando que não houve qualquer conduta ilícita nas imagens e que se sentiram atingidas pela exposição. Wagner ressaltou que não existe crime ou irregularidade comprovada nas gravações e disse manter a consciência tranquila, afirmando que seguirá trabalhando com transparência e responsabilidade.

A publicação do vereador incluiu uma nota em que ele reforça a versão de que a divulgação do vídeo busca manchar sua honra e é fruto de interesses contrariados em razão das medidas tomadas durante sua presidência na Câmara. A reportagem que divulgou o conteúdo, conforme o próprio parlamentar, não teria comprovado irregularidade nas imagens.

O caso segue repercutindo nas redes sociais locais e entre apoiadores e críticos do parlamentar.

Com informações de Polemicaparaiba