O Dia Nacional do Choro tem origem no nascimento de Pixinguinha, e a data aparece no título desta matéria. A efeméride é usada para lembrar a contribuição do compositor e instrumentista que ajudou a consolidar o gênero musical nascido no Rio de Janeiro. Nesta reportagem, listamos 20 obras representativas do repertório do choro, reunindo autores que marcaram a história do gênero.
O choro surgiu no Rio de Janeiro no século XIX como uma expressão musical que mistura matrizes africanas com gêneros populares europeus. Ao longo do tempo, o gênero tornou-se referência da música brasileira, com compositores e intérpretes que expandiram sua linguagem instrumental e melódica.
Pixinguinha, nascido no Rio de Janeiro, é um dos nomes centrais dessa tradição. Além dele, outros músicos e arranjadores contribuíram para a formação do repertório considerado clássico do choro, seja por composições próprias, seja por interpretações que se tornaram referência.
20 clássicos do choro recomendados
Brasileirinho – Waldir Azevedo
Lamento – Pixinguinha
Tico Tico no Fubá – Zequinha de Abreu
Espinha de Bacalhau – Severino Araújo
Pedacinhos do Céu – Waldir Azevedo
Noites Cariocas – Jacob do Bandolim
Apanhei-te Cavaquinho – Ernesto Nazareth
Um a Zero – Pixinguinha
Doce de Coco – Jacob do Bandolim
Corta-Jaca – Chiquinha Gonzaga
Choro Negro – Paulinho da Viola
Choro de Mãe – Wagner Tiso
Chorinho Pra Ele – Hermeto Pascoal
Homenagem à Velha Guarda – Sivuca
Vibrações – Jacob do Bandolim
Ingênuo – Pixinguinha
Delicado – Waldir Azevedo
Um Chorinho Pra Você – Severino Araújo
Choros Número 1 – Heitor Villa-Lobos
Chorando Baixinho – Abel Ferreira
As obras listadas representam diferentes momentos e enfoques dentro do choro, desde peças instrumentais conhecidas por sua virtuosidade até composições que se integraram ao repertório popular e à memória coletiva. A seleção busca oferecer um panorama de nomes e melodias essenciais para quem deseja conhecer ou revisitar o gênero.
Com informações de Jornaldaparaiba




