Léo Bezerra encara dois problemas urgentes na terceira semana como prefeito

Na terceira semana de mandato em João Pessoa, o prefeito Léo Bezerra (PSB) enfrentou uma sequência de problemas administrativos em uma única sexta-feira. No mesmo dia, a gestão municipal teve de lidar com uma ação do Ministério Público na Justiça e com a notícia da interdição de uma unidade hospitalar.

O primeiro episódio relata a atuação do Ministério Público que levou à Justiça uma cobrança contra a Prefeitura para que sejam adotadas providências visando a inserir crianças e adolescentes que atualmente estão fora da sala de aula. Segundo a ação, são 2.400 estudantes sem matrícula ou frequência, mesmo após 70 dias do início do ano letivo. A medida judicial exige que o município tome as ações necessárias para garantir o retorno desses jovens à rede de ensino.

Ainda na mesma sexta-feira, a administração municipal recebeu a informação sobre a interdição do Hospital ProntoVida. A decisão foi tomada em razão de irregularidades apontadas pelo Conselho Regional de Medicina, que identificou problemas que motivaram a suspensão temporária das atividades da unidade.

Os dois episódios ocorreram na mesma data e colocaram na pauta do novo governo temas sensíveis: a garantia do direito à educação para milhares de crianças e adolescentes e a oferta de serviços de saúde pela rede hospitalar local. Ambas as ocorrências exigem providências administrativas e respostas da Prefeitura de João Pessoa.

Até o momento não há registro de cronograma público divulgado pela gestão municipal detalhando as medidas que serão adotadas para resolver a situação das matrículas ou para normalizar o funcionamento do Hospital ProntoVida.

O dia mostrou, portanto, a dimensão dos desafios imediatos que o novo prefeito terá de enfrentar ao assumir a administração municipal.

Com informações de Heroncid.maispb